Geometria Descritiva 11ºano
Exercícios e Resumos organizados, pensados para treinar conteúdos, consolidar conhecimentos e preparar testes e exames com mais método.
Materiais organizados por ficha
Nesta secção encontras as fichas de Geometria Descritiva A do 11.º ano, organizadas por matéria e por nível de dificuldade. Seleciona uma ficha para consultares diretamente os enunciados e descarregares o documento completo.
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Ficha 1 — Rebatimento
Métodos geométricos auxiliares II: rebatimento e verdadeira grandeza.
Fácil
Explica o objetivo de rebater um plano oblíquo sobre um plano de projeção.
Médio
Um ponto P pertence ao plano α, que é rebatido em torno do seu traço horizontal.
Descreve a construção de Pr, identificando eixo de rebatimento e distância a conservar.
Difícil
Um triângulo ABC pertence a α oblíquo.
a) rebate α;
b) obtém Ar, Br e Cr;
c) determina a verdadeira grandeza dos lados e dos ângulos;
d) restitui um novo ponto D construído no triângulo rebatido às projeções originais.
Ficha 2 — Figuras Planas III
Figuras planas em posições gerais, verdadeira grandeza e métodos auxiliares.
Fácil
Indica por que um quadrado num plano oblíquo não aparece, em geral, como quadrado em nenhuma projeção principal.
Médio
Uma circunferência de raio 3 cm pertence a um plano oblíquo α.
Descreve como usar rebatimento para obter pelo menos oito pontos rigorosos das suas projeções.
Difícil
Num plano oblíquo α, constrói um hexágono regular de lado 3 cm, centro O conhecido, sabendo que um vértice A deve pertencer a uma reta r⊂α.
a) rebate α e r;
b) determina a posição possível de Ar;
c) constrói o hexágono em verdadeira grandeza;
d) desfaz o rebatimento.
Ficha 3 — Sólidos III
Sólidos em posições gerais e utilização de métodos auxiliares.
Fácil
Um prisma reto tem base em α oblíquo. Indica a relação entre arestas laterais e α.
Médio
Uma pirâmide reta tem base num plano oblíquo e altura 6 cm.
Explica como construir o vértice a partir do centro O da base.
Difícil
Constrói um prisma pentagonal reto, com base regular de lado 2,5 cm num plano oblíquo α e altura 7 cm.
a) obtém a base em verdadeira grandeza;
b) determina a direção das geratrizes;
c) marca 7 cm em verdadeira grandeza;
d) completa a segunda base e a visibilidade.
Ficha 4 — Sombras
Sombra própria, sombra projetada e direção luminosa.
Fácil
Distingue sombra própria e sombra projetada de um sólido.
Médio
É conhecida a direção da luz paralela pelas suas duas projeções.
Para um ponto P acima do PH, descreve como determinar a sombra P' no PH.
Difícil
Um prisma vertical assenta no PH e é iluminado por raios paralelos de direção conhecida.
a) determina a sombra dos vértices da base superior no PH;
b) constrói o contorno da sombra projetada;
c) distingue linhas de separatriz luz/sombra no sólido;
d) justifica quais arestas não pertencem ao contorno visível da sombra.
Ficha 5 — Secções
Secções planas de sólidos e verdadeira grandeza.
Fácil
Define secção plana de um sólido e indica como se obtêm os seus vértices.
Médio
Um plano β corta quatro arestas laterais de um prisma quadrangular.
a) determina os quatro pontos de interseção;
b) ordena-os pelas faces do sólido;
c) constrói o polígono de secção nas duas projeções.
Difícil
Depois de obter uma secção oblíqua de uma pirâmide:
a) determina o polígono da secção;
b) usa rebatimento ou mudança de plano para obter a sua verdadeira grandeza;
c) calcula/mede em verdadeira grandeza um lado e um ângulo pedidos;
d) identifica quais partes das arestas do sólido ficam acima/abaixo do plano secante.
Ficha 6 — Interseções de Retas com Sólidos
Determinação dos pontos de entrada e saída de uma reta num sólido.
Fácil
Em posição geral, quantos pontos de interseção pode uma reta secante ter com a superfície de um sólido convexo?
Distingue reta secante e tangente.
Médio
Uma reta r atravessa um prisma.
Descreve como escolher um plano auxiliar que contenha r, obter a secção desse plano no prisma e determinar os pontos de entrada/saída.
Difícil
Uma reta oblíqua atravessa uma pirâmide.
a) determina I e J, interseções com as faces;
b) classifica o segmento IJ como interior ao sólido;
c) representa partes visíveis e ocultas de r em cada projeção;
d) explica como a outra projeção ajuda a decidir a visibilidade.
Ficha 7 — Introdução à Representação Axonométrica
Eixos axonométricos, coeficientes de redução e leitura espacial.
Fácil
Explica como os três eixos espaciais podem ser representados num único plano numa axonometria.
Médio
Distingue dimensão real, escala axonométrica e coeficiente de redução.
Difícil
Para uma peça com muitos detalhes na face frontal e grande profundidade:
a) compara vantagens de cavaleira e isometria;
b) escolhe uma representação para preservar a face frontal em verdadeira grandeza;
c) explica que compromisso visual resulta do eixo de profundidade.
Ficha 8 — Axonometrias Clinogonais
Perspetiva cavaleira e planométrica.
Fácil
Num cubo em cavaleira, indica qual plano coordenado pode ser representado em verdadeira grandeza e qual direção é oblíqua.
Médio
Representa conceptualmente um paralelepípedo 6×4×3 cm em cavaleira usando coeficiente 1/2 na profundidade.
Indica os comprimentos gráficos a marcar em cada direção.
Difícil
Um objeto tem planta complexa e alturas simples.
a) explica por que a axonometria planométrica pode ser vantajosa;
b) compara qual plano é privilegiado em verdadeira grandeza/forma direta relativamente à cavaleira;
c) propõe uma estratégia de construção e verificação das dimensões.
Ficha 9 — Axonometrias Ortogonais
Trimetria, dimetria e isometria.
Fácil
Indica quantos coeficientes axonométricos distintos existem, em geral, na isometria, dimetria e trimetria.
Médio
Constrói um paralelepípedo 5×3×2 cm em isometria, descrevendo a direção dos três eixos e a marcação das dimensões.
Difícil
Numa axonometria ortogonal, dois eixos apresentam o mesmo coeficiente de redução e o terceiro um coeficiente diferente.
a) classifica a axonometria;
b) explica como a igualdade dos coeficientes se relaciona com a orientação dos eixos/projeção;
c) descreve como transportarias dimensões de uma peça sem misturar as escalas.
Ficha 10 — Formas Tridimensionais em Axonometria
Construção de peças compostas, arestas, curvas e visibilidade.
Fácil
Descreve a construção isométrica de um bloco 6×4×2 cm com um segundo bloco 2×2×2 cm centrado no topo.
Médio
Uma circunferência está inscrita numa face quadrada de uma peça em isometria.
a) explica por que aparece como elipse;
b) indica um método de construção por pontos/tangências.
Difícil
Representa uma peça formada por um bloco 8×6×4 cm do qual é retirado um prisma retangular 3×2×4 cm que atravessa toda a altura.
a) constrói a caixa envolvente;
b) localiza o vazio em planta axonométrica;
c) transporta os seus vértices pelas alturas;
d) determina arestas visíveis/ocultas;
e) faz uma verificação final de paralelismo, dimensões e coerência topológica.
Resumos
Resumo 1 — Rebatimento e Figuras Planas
Verdadeira grandeza e restituição às projeções.
Rebatimento
O rebatimento faz coincidir temporariamente um plano com um plano de projeção, permitindo obter verdadeiras grandezas.
Figuras planas
Figuras em planos gerais exigem a combinação de incidência, verdadeira grandeza e métodos auxiliares.
Construção
Os pontos devem ser transformados, construídos em verdadeira grandeza e depois restituídos às projeções originais.
Verificação
Confirma a conservação de distâncias, incidências e regularidade da figura.
Resumo 2 — Sólidos, Secções e Interseções
Construção e análise de sólidos em posição geral.
Sólidos
Em posições gerais é necessário construir rigorosamente bases, arestas, geratrizes, vértices e visibilidade.
Secções
A secção resulta da interseção de um plano secante com o sólido.
Reta com sólido
Uma reta secante determina pontos de entrada e saída na superfície do sólido.
Planos auxiliares
Podem ser usados para transformar um problema espacial numa secção mais simples.
Resumo 3 — Sombras
Raios luminosos e superfícies recetoras.
Raio luminoso
A sombra de um ponto resulta da interseção do raio luminoso que passa pelo ponto com a superfície recetora.
Sombra própria
Corresponde à parte do próprio objeto que não recebe diretamente a luz.
Sombra projetada
É a sombra produzida pelo objeto sobre outra superfície.
Contorno
O contorno da sombra deve ser construído a partir dos pontos relevantes e da direção luminosa.
Resumo 4 — Axonometrias
Sistemas clinogonais e ortogonais.
Axonometria
Permite representar três dimensões espaciais num único plano através de três eixos.
Clinogonal
As projetantes são oblíquas ao plano de projeção.
Inclui, entre outras, cavaleira e planométrica.
Ortogonal
As projetantes são perpendiculares ao plano de projeção.
Inclui isometria, dimetria e trimetria.
Formas tridimensionais
A representação completa combina vértices, arestas, curvas, dimensões e visibilidade.
Se tiveres dúvidas na interpretação ou resolução de algum exercício, podes contactar o Síntese do Estudo através de sintese.do.estudo.geral@gmail.com .

